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sexta-feira, 19 de maio de 2017

CORAL TRIUNFO - 87 ANOS DE ATIVIDADES EM BELÉM

Como sabemos, em Belém do Pará está localizada a igreja-mãe das Assembleias de Deus no Brasil, que teve sua fundação em 18 de junho de 1911. Sendo assim, em outubro de 1926 foi criado o primeiro conjunto coral, cuja história já registramos aqui no grupo.

À medida que surgiam novas congregações na cidade, eram formados os corais, sendo eles então os mais antigos da Assembleia de Deus. Quero que conheçam a história do CORAL TRIUNFO, da congregação da Barão do Triunfo, que é uma Travessa do Bairro Marco, na capital paraense. A igreja tem como líder local o Pastor Nelson Cardoso, que também é o vice-presidente da AD em Belém.



Em 10 de agosto de 1930, sob a regência do irmão Cirilo Galão, o Conjunto coral, naquela época com 20 componentes, fazia sua primeira apresentação cantando o hino "Abrigo no Temporal" - uma mensagem de fé e confiança na proteção divina. Ao longo de seus 87 anos, sem sofrer interrupções, o coral tem seguido em frente no seu propósito de louvar e engrandecer ao nome do Senhor Deus.

No ano de 2012, o coral lançou seu primeiro CD, intitulado "JUBILOSOS", tornando-se um importante instrumento de evangelismo, alcançando pessoas nos mais diversos locais do Brasil e do mundo. Em 2014 o Coral gravou um DVD com diversas músicas conhecidas como "Buscai a Deus", "Como não entoar teu louvor", "Creio em Deus" e outras.

Atualmente sob a regência do maestro Jares Fernandes, o coral participa dos cultos de domingo a noite da Congregação Barão (1), bem como, no primeiro domingo de cada mês, celebra a Santa Ceia do Senhor junto com os irmãos na Escola Bíblica Dominical. Além das atividades contínuas, o coral ainda marca presença em datas especiais como Natal e Páscoa, tendo apresentado diversas cantatas em conjunto com a orquestra da congregação, além de atender convites a cantar em outras cidades e estados, lugares públicos como escolas, universidades, aeroporto, repartições públicas e shoppings, entre outros.

E firme no propósito de continuar evangelizando através do louvor é que o Coral Triunfo celebra pelos 87 anos de vitórias já alcançadas, agradecendo Àquele que é digno de toda honra, glória e louvor: Senhor Jesus.

"Todo ser que respira, louve ao Senhor!".

ANEXOS:


Templo da Assembléia de Deus (Congregação da Barão I)
                       Bairro Marco - Belém - PA

                Capa do CD "Jubilosos" gravado pelo Coral Triúnfo (2012)

Coral Triunfo apresentando trechos de uma Cantata

quarta-feira, 3 de maio de 2017

HARMONIA CELESTE, UM CORAL DE VALOR

Nas décadas passadas, quando se formava uma igreja, logo o primeiro grupo musical a ser criado era o conjunto coral, composto de vozes mistas. Depois disso, outros grupos surgiam: bandas, orquestras, quartetos, conjunto de jovens, de adolescentes e de crianças. Surgiram nas Assembleias de Deus mais recentemente outros conjuntos: dos novos convertidos, coral do círculo de oração, coral do círculo de oração masculino, grupo dos novos casados, etc. São tantos conjuntos musicais!

Hoje, na liturgia assembleiana, são tantos grupos e todos querem se apresentar nos cultos e de preferência no domingo à noite. Além disso, surgem os cantores individuais, que gravaram CDs e querem também louvar ou "vender o seu peixe" né? De forma que o pastor ou dirigente, numa igreja onde não há uma organização musical, quer agradar todo mundo, e aí um grupo oficial, no caso o coral da igreja, quando canta, é um hino só. O maestro estuda, se esforça para ensinar ao grupo, e na hora de se apresentar é um hinozinho só (se quiser).
Desculpem o desabafo!

Concluímos, então, que a história dos corais, são contadas em paralelo com a história da igreja. Não existe uma história separada. Por isso, conheceremos hoje, outra história do coral de uma igreja muito importante localizada no triângulo mineiro.

A Igreja Assembléia de Deus em Uberaba (MG), que desde 1971 é liderada pelo Pastor Arasmindo Pereira da Silva, teve início no ano de 1934. Os primeiros cultos foram realizados na residência de João Pedro de Lima, que convertido a Cristo em Piranguinho (MG), havia se transferido para Uberaba. Em 1935, o missionário sueco Gustavo Albin Bergstrom, primeiro pastor de Uberaba, realizou o primeiro batismo em águas na cidade.



No ano de 1938, sob a liderança do Pastor João Joaquim de Oliveira, foi inaugurado o primeiro templo da AD e criado o primeiro coral, tendo como regente o próprio pastor da igreja.

Não há notícias sobre a continuidade desse trabalho iniciado pelo pastor João de Oliveira, porque segundo os registros históricos, o coral foi fundado oficialmente no dia 8 de julho de 1954, pela maestrina Conceição Aparecida da Silva, esposa do saudoso pastor Sebastião Pereira da Silva. O primeiro ensaio contou com a presença de 18 componentes. Desde então, pela misericórdia de nosso Deus, houve grande desenvolvimento do trabalho coralístico.

O atual coral Uberabense, denominado "CORAL HARMONIA CELESTE" é um órgão oficial de louvor que atua há 63 anos no Templo Central da Assembléia de Deus em Uberaba. Atualmente conta com cerca de 60 componentes para honra e glória do nome do Senhor. Tem como regente titular o maestro Ezequiel Fernandes, o qual conta com o acompanhamento instrumental da pianista Renata Tottoli e do violinista Enéias Capuci.

ANEXOS:

                         Coral Harmonia Celeste da AD em Uberaba - MG, anos 60

                         Coral Harmonia Celeste da AD em Uberaba, sob a regência 
                                               do maestro Ezequiel Fernandes


                                 Coral Harmonia Celeste, cantando o hino "BENDITA PAZ"

quarta-feira, 26 de abril de 2017

CORAL LÍRIO DOS VALES, 57 ANOS DE LOUVOR EM LONDRINA

É com entusiasmo que estou compartilhando a história de mais um coral evangélico, e desta feita conheceremos uma pequena parte da trajetória do CORAL LÍRIO DOS VALES, um dos mais brilhantes grupos musicais que atuam no Templo Central da Assembléia de Deus em Londrina. Essa importante igreja paranaense tem como presidente o Pastor Moysés Ramos.


O coral Lírio dos Vales iniciou suas atividades em 18 de junho de 1960, portanto no dia do aniversário da Assembleia de Deus no Brasil. Naquela época a AD em Londrina tinha como líder o Pastor José Joaquim dos Santos. Desde então, a igreja passou a contar com um coro de vozes mistas, para abrilhantar os cultos e principais eventos com louvores ao nosso Deus.

O primeiro regente do coral foi Joaquim Pedro, e no decorrer dos anos passaram pelo coral, outros quatorze maestros, sendo eles: Sebastião, Norato, Luiz, Onofre, Mateus, José Maria, Izaías, Izaque, Otávio Matozo, Ezequias Pereira, Jair Nantes, Milton Nantes e Boanerges Souza Leão.

Atualmente o Coral Lírio dos Vales está sob a direção do maestro Vicente Gonsales Filho, que iniciou este ministério do dia primeiro de janeiro de 1992 e durante todos esses 25 anos tem se dedicado com afinco para que o coral apresente sempre o melhor para o Senhor.
O maestro Gonsales tem proporcionado com seu trabalho um progresso constante ao coral que se pode notar a cada vez que se apresentam. E entre as diversas realizações, destaca-se a gravação de um CD intitulado “Glória Louvor e Adoração”, com 12 hinos sacros cantados pelo coral acompanhado de orquestra e mais uma faixa apenas instrumental.

Estão de parabéns a AD em Londrina, seu pastor, o coral e o maestro Vicente Gonsales, pelo belo trabalho que tem sido desenvolvido na área music
al.

ANEXOS:





                                              Capa do CD gravado pelo Coral Lírio dos Vales

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Coral Lírio dos Vales, cantando o hino "SANTO É O SENHOR" (Largo de Handel) 

domingo, 23 de abril de 2017

Banda Pastor Paulo Leivas Macalão - "Dobrado PASTOR ALÍPIO DA ...


É uma tradição das bandas marciais, principalmente aqui no Brasil, tocar os famosos dobrados. Uma boa banda de música que se preze tem que tocar "dobrados". Para quem não entende do assunto, o dobrado geralmente é composto para homenagear uma pessoa ilustre, um renomado maestro ou um oficial militar.

No Brasil, a palavra dobrado é usada para indicar um subgênero das marchas militares, muito popular entre as bandas militares do país. Surgiu também no Brasil o chamado dobrado sinfônico, um tipo de peça escrita para bandas de música e bandas sinfônicas com contrapontos e um plano dinâmico bem mais trabalhados que os dobrados comuns. Entre os dobrados mais famosos estão o "Batista de Melo" e o "Cisne Branco".

As nossas bandas musicais da Assembléia de Deus também não ficaram de fora dessa tradição, pois além dos hinos da Harpa Cristã, há os compositores de dobrados evangélicos, e em várias ocasiões os mesmos prestam homenagens aos líderes de igrejas. Exemplo disso, a Banda Musical da AD do Templo Matriz de Madureira (Rio de Janeiro), há anos passados, tocava o "Dobrado Pastor Paulo Leivas Macalão" em homenagem ao líder fundador do Ministério de Madureira. No presente vídeo, um dobrado em homenagem ao antigo vice-presidente do Ministério, Pastor Alípio da Silva, que como Macalão falecido desde agosto de 1982.

Outros exemplos mais recentes de dobrados em homenagem a líderes de igrejas, cito o "Dobrado Pastor Antônio Rosa da Silva", composto pelo maestro Adilson Garcia para homenagear o então líder da AD em Ipatinga (MG), isso por volta de 1993. Outra homenagem foi feita pelo maestro da Banda Sinfônica da AD em João Pessoa, ao líder daquela igreja, Pastor José Carlos de Lima, com o "Dobrado Sinfônico Pastor José Carlos de Lima". No evento ocorrido em 16 de julho de 2016, o pastor muito feliz pela comemoração de seu 65º aniversário, recebeu uma encadernação luxuosa da referida composição musical.



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quarta-feira, 12 de abril de 2017

CORAL PRIMÍCIAS - 37 ANOS DE VITÓRIA!

Para conhecermos a história do “CORAL PRIMÍCIAS”, da Assembleia de Deus do Bairro Encruzilhada, em Recife (PE), é necessário voltar no tempo e relembrar um pouco da história que já foi contada aqui do “Coral Filadélfia”, tendo em vista que essa congregação é a antiga sede das Assembleias de Deus no Estado de Pernambuco. A igreja pernambucana foi fundada em 1918, pelo missionário sueco Joel Frans Adolf Carlson e liderada ao longo dos anos pelos pastores José Bezerra da Silva, José Amaro da Silva, José Leôncio da Silva e atualmente pelo Pastor Ailton José Alves.

Até o ano de 1933, a Assembleia de Deus em Pernambuco não tinha em suas congregações órgãos ou grupos musicais oficialmente formados para participarem da liturgia do culto. Os louvores eram cantados de forma espontânea por toda a congregação ou até mesmo de forma isolada pelos irmãos que desejassem.

Vendo essa carência musical da igreja naquele período, o irmão João Vieira de Araújo, que era músico, pediu a permissão do Missionário Joel Carlson para organizar um grupo de cânticos o que lhe foi concedido, tendo o saudoso missionário o inaugurado em 11 de janeiro de 1934 num culto festivo, tornando-se então o primeiro coral da AD Pernambuco, dando início oficialmente às atividades musicais da igreja. Desse coral faziam parte dentre muitos as irmãs Ruth Signe Carlson (filha do Missionário Joel Carlson) e Isabel Lins.

O coral tinha o Templo Central da AD em Pernambuco (no Bairro da Encruzilhada) como a sua igreja sede e por isso era denominado de Coral do Templo Central. Mas com o crescimento da Igreja, houve a necessidade de um templo maior, com mais espaço para acomodação, e então foi construída a nova sede da Igreja na Av. Cruz Cabugá, no bairro de Santo Amaro. A respectiva mudança para o novo templo ocorreu no ano de 1977 e todos os grupos musicais, inclusive o coral foram transferidos para lá.

Nesse período o templo da AD da Encruzilhada ficou sem atividades e sem grupos musicais e na reabertura do templo como congregação, novos grupos foram formados. No ano de 1980, foi inaugurado um novo coral, pelo saudoso Pastor José Leôncio da Silva (líder da AD pernambucana à época), o qual na ocasião ganhou o nome de “Coral Getsêmani”.



O seu organizador e primeiro regente foi o maestro Abner Apolinário da Silva (atual Juiz de Direito da Comarca da Infância e Juventude do Recife) e filho do saudoso Pastor José Amaro da Silva. Durante esse período passou pela regência os seguintes maestros: Irmãs Rita, Lisete, Alaíde e Débora, Cícero, Eraldo Sidrônio de Santana, Ronaldo Afonso (presbítero), Débora Ferreira, Davi Barbosa, Heron Moraes Rodrigues (diácono), Rinaldo Sales e Edimilson Ribeiro de Sales.

Durante a direção e regência da maestrina Débora Ferreira o coral que se chamava Getsêmani, por sua sugestão, teve seu nome mudado, passando a se chamar “Primícias”.

Hoje o coral conta com aproximadamente 40 coristas e tem como regente a maestrina Isabele Andrade, também violinista. O ex-regente Edimilson Ribeiro de Sales, continua em atividade como tecladista do coral.
O Coral tem se apresentado tanto com o acompanhamento de piano (teclado), bem como com o uso do playback, técnica usada por vários corais com um repertório que vai dos hinos mais antigos clássicos dos mais diversos hinários aos hinos mais contemporâneos atendendo aos convites das congregações do Grande Recife e Interior do Estado de Pernambuco.

Agradecimentos especiais ao prezado amigo Edimilson Ribeiro de Sales pelo envio desse histórico.

Fonte: http://adencrecife.blogspot.com.br/ 

ANEXOS:

                               Templo da AD do Bairro Encruzilhada, em Recife (PE) 


                                     Coral Primícias, da AD em Encruzlhada - Recife (PE)


                        Coral Primícias, por ocasião de seu 37º aniversário de fundação 


   A direção do Coral Primícias, vemos da esquerda para direita: Josué (vice-regente), Esdras (Secretário), Simone (vice-secretária) e Isabele Andrade, a regente titular.

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Coral Primícias cantando o hino: "VEM GUIAR, Ó DEUS DE GLÓRIA, durante a realização do Jubileu de Pérola em fevereiro de 2010, na regência do maestro Edimilson Ribeiro de Sales

segunda-feira, 10 de abril de 2017

CORAL ECLÉSIA, UMA JOIA DA PIB DO RIO DE JANEIRO

Está se tornando um hábito. Um bom hábito eu diria. Aproveitar esse espaço para contar histórias. São belas histórias de nossos corais evangélicos que apesar das dificuldades estão firmes no propósito de servir ao Senhor, com lindos louvores e grandes músicas sacras.

Tenho o prazer de apresentar hoje, a trajetória de um dos mais antigos corais do Brasil, o centenário CORAL ECLÉSIA, principal grupo vocal da Primeira Igreja Batista do Rio de Janeiro.

O Coral Eclésia da PIB carioca é um côro misto com a responsabilidade de levar a mensagem da Palavra de Deus cantada e promover cultura divulgando a música erudita sacra entre os seus coristas e aqueles que o assistem. O trabalho é conduzido há 50 anos completos neste ano, pela maestrina Profª Ana Campello Egger (87 anos). Juntamente com ela estão aqueles que a auxiliam como as musicistas Regina Lacerda (organista) e Betina (pianista). "Com a graça de Deus conseguimos cantar o que cantamos sem que haja nesse côro cantores profissionais.O que há é a dedicação redobrada de todos os envolvidos nessa obra." diz a maestrina.

O coro misto principal da Primeira Igreja Batista do Rio de Janeiro (RJ), organizado em 1915, foi reorganizado, em 1967, sob o nome de Coral Eclésia, por Anna Campello Egger (ver: "Nassáu - Dicionário de Música Evangélica", p.59). Na PIB do Rio de Janeiro há tradição musical de alto nível artístico. Nos cultos dominicais, o Coral Eclésia tem executado trechos de obras de música religiosa erudita, além de apresentações e concertos especiais na prestigiosa Sala "Cecília Meireles".

Sob a condução da maestrina Anna Campello Egger, o coral apresenta em seu repertório composições históricas, tais como o ”Messias” e “Judas Macabeus”, de Handel; “Réquiem”, de Mozart; “Stabat Mater”, de Dvorák, “Hear My Prayer”, de Mendelssohn; “Te Deum” de Bruckner; “Elias”, “Lobgesang”, as “Cantatas Nº4 e Nº78”, além da primeira parte do “Oratório de Natal”, de Bach, peças traduzidas para o português pela professora Joan Sutton, em sua maioria.

O Coral Eclésia nasceu em 6 de maio de 1915, com a intenção de conduzir a PIB do Rio de Janeiro em seus períodos de cânticos dominicais. Passaram pelo grupo regentes que marcaram suas gerações, entre eles: Daniel e Anna Cordes (1915-1922), Egydio Gióia (1922-1930), Arthur Lakschevitz (1930 – 1944), Regifredo Sarno (1944-1948), Guilherme Loureiro (1949-1950), Levindo Alcântara(1952-1956), Heitor Argolo(1956), Natanael Mesquita (1956-1962) e Marília Soren (1962-1966). A maestrina Anna Campêllo assumiu a regência em março de 1967, tendo já naquela época grandes experiencias com corais em São Paulo.

Ao órgão, teve acompanhadores de expressão nacional e internacional como Frederico Egger, Edson Elias, Nicéa Soren, Betty Antunes de Oliveira, Leuzi Figueira, Ilem Vargas, Samuel Kardoz, Jayme Soren, Marília Soren, Domitila Ballesteros. Atualmente conta com o apoio dos pianistas Isabel Cristina de Andrade Lima e Antonio Henrique de Souza ao lado da organista Regina Lacerda.

O Coral Eclésia destaca-se historicamente por ser um dos primeiros grupos a se apresentar nas rádios do Rio de Janeiro, a partir da década de 30. Nos anos 60, teve participações em programas de TV. Hoje segue sua carreira participando de eventos denominacionais, apresentações em salas de concerto, tais como a Cecília Meirelles, Teatro Municipal e Salão Leopoldo Miguez. Também já atuou acompanhado pelas Bandas da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro, além de participações em conjunto com a OPIB (Orquestra da Primeira Igreja Batista do Rio de Janeiro), sob a regência do Maestro Maurílio Costa.

O Coral Eclésia teve seu primeiro CD gravado em 1997, em homenagem ao 30º aniversário de regência da Profª. Anna Campello à frente do grupo. O segundo, veio em março de 2002. Em 2005 gravou seu terceiro CD comemorativo. O quarto CD foi uma homenagem pelos 40 anos da Profª. Anna Campello Egger à frente do Coral grupo e o quinto CD foi gravado “Ao Vivo”, no santuário da Primeira Igreja Batista do Rio de Janeiro em março de 2012, só com hinos do Cantor Cristão.

O Coral Eclésia tem por vocação a apresentação de composições clássicas e sacras, atuando prioritariamente em ambientes sacros, no enlevo espiritual dos presentes aos cultos e eventos cristãos.

Fontes: Site da Primeira Igreja Batista do Rio de Janeiro: www.pibrj.org.br e o blog: musicadeprimeira.wordpress.com/…/coral-eclesia-comemora-10…/


     Templo da Primeira Igreja Batista do Rio de Janeiro, inaugurado em 1º de janeiro de 1928


                                          Templo da PIB do Rio de Janeiro (RJ)


                            Coral Eclésia da PIB do Rio de Janeiro em dezembro de 1976


                       Capa de um dos cinco CDs gravados pelo Coral Eclésia


             Coral Eclésia se apresentando em um dos cultos da PIB do Rio de Janeiro


                   Coral Eclésia se apresentando por ocasião do aniversário de 100 anos, 
           no Salão Leopoldo Miguez, da Escola de Música da UFRJ, em 30 de maio de 2015.


                                              Nave do Templo da PIB do Rio de Janeiro


Coral Eclésia cantando a música "OH, NÃO TEMAIS" (Trecho do Oratório Elias, de F. Mendelssohn)

quinta-feira, 6 de abril de 2017

EM RIO LARGO, CORAL LÍRIO DOS VALES É DESTAQUE

E aqui estamos mais uma vez compartilhando a história dos corais evangélicos de nosso Brasil, os quais tem a missão de apresentar hinos e louvores ao Senhor, músicas sacras que levam alegria e inspiração para os crentes e ouvintes. Sabemos que um grupo coral bem estruturado tem o seu devido destaque na igreja e é um importante instrumento na liturgia cristã.

Conheceremos, hoje, a história do Coral "LÍRIO DOS VALES", que tem importante atuação no Templo-Sede da Assembléia de Deus em Rio Largo (AL), igreja que tem como líder o Pastor Arnóbio Tavares de Lima. Há 54 anos que o nome de Jesus vem sendo louvado e adorado, por meio de um dos corais mais tradicionais de Alagoas.



O Coral Lírio dos Vales, foi fundado em 1963 pelo irmão Jonas Lopes, na AD em Rio Largo que na época era liderada pelo Pastor José do Egito (in-memoriam).

Na festa comemorativa do Jubileu de Ouro, ocorrida em 2013, o CoralLírios dos Vales contou com a presença de seu fundador, o maestro Jonas Lopes. O evento festivo teve como tema: "Louvando eternamente", embasado no livro de Salmos de número 79 e verso 13.

Em meio aos louvores apresentados, muitos irmãos foram homenageados pela passagem do meio século do coral. Entres os homenageados estava a irmã Leni, representando a sua mãe Neli, esposa do pastor José do Egito (in memória), pastor que foi o fundador do Coral juntamente com o irmão Jonas. João Ambrósio e sua esposa Meire, Ivete Ferreira e Adiel Cunha também foram regentes e foram homenageados. Destaque nas homenagem para a irmã Lourinete, que desde a fundação do Coro, louva e engrandece a Deus com sua voz.

Atualmente o Coral Lírio dos Vales é composto por aproximadamente 46 componentes e regido pela irmã Selma Alves e pelo irmão Jorgival Nemézio, carinhosamente chamado de Joza.

                                  Coral Lírio dos Vales cantando em um dos cultos da AD em Rio Largo

quarta-feira, 5 de abril de 2017

VOZES DE SIÃO - UM CORAL ATUANTE EM CORONEL FABRICIANO

A Assembléia de Deus em Coronel Fabriciano (MG), foi fundada pelo Pastor José Alves Pimentel por volta de 1945 mas a sua organização jurídica ocorreu em 8 de julho de 1948. O saudoso Pastor Pimentel foi o primeiro membro da Assembléia de Deus a ser consagrado ao ministério de pastor no Estado de Minas Gerais. 



Logo nos primeiro anos das atividades da igreja foi criado o conjunto coral que atualmente tem o nome de "CORAL VOZES DE SIÃO", o qual tem grande atuação no Templo-Sede da igreja, sob a direção do pastor local, Pr. Julio Cesar Nogueira e a presidência do Pastor José Martins de Calais Júnior.

Diversos músicos e maestros deram a sua contribuição no desenvolvimento do Coral Vozes de Sião, que teve como primeiro regente o irmão Valentim Miguel de Paula. Dos componentes antigos destacaram-se os irmãos: Natalina Teixeira Dias, Estêvão Silva Sobrinho, José Eloy de Morais, Eguimar Madalena Dias, Maria Aparecida Silva e Marta de Melo Penha entre outros.

Naquela época o repertório da maioria dos corais era todo baseado nos hinários tradicionais tais como: Coros Sacros, Antemas Celestes, Cantor Cristão e Harpa Cristã, porque era o que tinha de disponibilidade. O coralde Coronel Fabriciano então cantava os hinos: "Crê no Senhor" (04 CS), "Quão Ditosa Cidade!" (07 CS), "Ó Pai Celeste" (08 CS), "Jerusalém, celeste lar" (15 CS), "A Luta contra o mal" (33 CS), "Cristo aceita o pecador" (69 CS), "Coro Angelical" (115 HC), "Andai na Luz" (133 CS), "Ao lar ditoso" (141 CS), "Salmo 100" Antemas Celeste e vários hinos da Harpa Cristã.

Depois da liderança do maestro Valentim, outros que estiveram na regência, foram: José Carlos de Oliveira, José Eloy de Morais o qual atuou durante seis anos, Dílson, Wilson, Antônio Felício Neves e Natanael Mônica das Neves (com atuação entre o ano de 1962 e 1999, com alguns intervalos. O Pb. Natanael atualmente é o regente do coral da congregação do Bairro Veneza (Rua Caxias do Sul) em Ipatinga. (MG). Outros irmãos que lideraram o coral foram: Ev. Adail de Oliveira Penha (de saudosa memória), Sebastião Ladislau, Lourdes de Lana e Eleudes Canêdo Lopes.

Nos últimos anos, o Coral Vozes de Sião tem passado por algumas dificuldades em sua estrutura, mas nem por isso tem deixado de louvar ao Senhor da melhor forma possível. Hoje, sob a liderança da maestrina Marta Penha Paiva, tem participação ativa nos cultos dominicais da igreja mineira, e em outros lugares onde o coral é convidado para cantar.

Esta é a história do coral da minha infância. Talvez com a idade entre 3 ou 4 anos, pude pela primeira vez na vida, ouvir as belas e harmoniosas vozes de um Canto Coral.

ANEXOS:


            Coral da Assembléia de Deus em Coronel Fabriciano, tendo ao lado na frente,
                                           o Pastor José Alves Pimentel (1965)


                               Nave do Templo-Sede da AD em Coronel Fabriciano - MG 

              Coral Vozes de Sião cantando em um encontro de corais no Templo-Sede


                          Coral cantando sob a regência da maestrina Marta Penha Paiva

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Coral cantando o hino "A DEUS DEMOS GLÓRIA"

sexta-feira, 24 de março de 2017

Pastor Alfredo Reykdal


Antigo pastor das Assembleias de Deus no Brasil
Presidente e Fundador do Ministério do Ipiranga


Alfredo Reykdal antigo líder das Assembleias de Deus Ministério do Ipiranga, em São Paulo e um dos pastores que exerceu suas atividades por mais tempo no Brasil. O templo-sede da igreja também conhecido como Catedral da Independência (por estar localizado próximo ao local onde foi proclamado a Independência do Brasil) é um dos mais belos templos das Assembléias de Deus em nossa Pátria.



Alfredo Emílio Reykdal nasceu aos 14 de junho de 1915, em Tietê, município de São José dos Pinhais (PR). Era filho de Carlos Magnus Reykdal (de origem islandesa) e de Elza Otto Reykdal (de origem alemã). Foi o primeiro filho de uma prole de três homens e oito mulheres, o qual mais tarde veio a ser um forte e valoroso homem nas mãos de Deus.

Em abril de 1929 converteu-se à Cristo em Curitiba, acumulando 81 anos de serviços dedicados a Deus. Ainda em 1929, recebeu o precioso batismo com o Espírito Santo e, três meses depois, foi batizado nas águas pelo pastor Bruno Skolymowski.



Casou-se com a irmã Tereza Skolymowski, filha do pastor Bruno,
com a qual conviveu até 31 de dezembro de 1992, data em que a irmã Tereza faleceu. O casal teve quatro filhos.

De 1937 a 1939 cooperou na AD em Paranaguá – PR. Em novembro de 1939 foi consagrado pastor em Curitiba e enviado para a cidade de Itararé – SP. Em 1942, a convite de seu sogro, pastor Bruno Skolymowski, que na época presidia a AD no Belém, em São Paulo, transferiu-se para aquela capital. Ali permaneceu durante um ano, quando assumiu interinamente a AD no Ipiranga.

A AD no Ipiranga organizada em 29 de junho de 1931 pelas mãos de Vitaliano Piro, teve mais três dirigentes quando passou definitivamente à responsabilidade do pastor Reykdal em 26 de julho de 1943, encontrando cerca de 171 membros e três congregações. Pastor Alfredo Reikdal era o presidente vitalício da Assembléia de Deus - Ministério do Ipiranga, igreja que pastoreou por 67 anos e presidente-fundador da COMOESPO - Convenção dos Ministros Ortodoxos das Assembléias de Deus no Estado de São Paulo e Outros.

O Pastor Reikdal Também foi fundador, diretor em diversas gestões e Presidente da COMADESPE - Convenção dos Ministros das Assembléias de Deus no Estado de São Paulo e outros, quando em 1996, solicitou desligamento da fundação para COMOESPO, Ligada ao seu próprio ministério.

No ano de 2010, no Ministério do Ipiranga existiam cerca de 800 congregações espalhadas pelos estados de São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Goiás e Distrito Federal, uma estimativa de 200 mil membros e contava com um quadro de 7.000 Obreiros entre cooperadores, diáconos, presbíteros, evangelistas, missionários e pastores. Ele foi o primeiro pastor no Brasil a ocupar a presidência de uma única igreja, por mais de seis décadas.

O ministério do Pastor Reikdal com reconhecimento internacional, sempre glorificou o nome do Senhor Jesus Cristo. Construiu centenas de templos em São Paulo, na Grande Sao Paulo, no interior do estado de São Paulo, Minas Gerais, Brasília (DF), Mato Grosso do Sul e outros estados. Porém, a obra de maior destaque que ele deixou, foi sem dúvida nenhuma o magnífico templo da Assembleia de Deus, cuja arquitetura ímpar e o grande relógio octogonal na torre embelezam o centro do Bairro do Ipiranga - Zona Sul de São Paulo. É um verdadeiro monumento das Assembleias de Deus.

Pastor Alfredo Reykdal, que teve grandes atuações em convenções no Estado de São Paulo e nas Assembléias ordinárias da CGADB - Convenção Geral das Assembléias de Deus no Brasil, foi eleito para a então Junta Executiva das Deliberações da entidade por ocasião da assembléia geral ocorrida em 1959 no Rio de Janeiro, na época ex-capital do país. De 1964 a 1971, foi conselheiro da CPAD, ocupando a 1ª secretaria da Mesa Diretora do Conselho Administrativo da editora.

O pastor Horácio da Silva Jr., da AD em Bento Ribeiro, Rio de Janeiro - RJ, e ex-diretor executivo da CPAD - Casa Publicadora das Assembléias de Deus, presente nas comemorações dos 50 anos de ordenação ministerial e 60 anos de conversão, ocorridas entre os dias 30 de setembro e 01 de outubro de 1989, assim falou sobre o homenageado: "É homem de oração, de palavra, de fé, de esperança e que nunca se esmorece".

O pastor Lupércio Vergniano, da AD no Brás, São Paulo - SP, revelou: "O irmão Alfredo faz parte da minha vida cristã e ministerial. Quando a igreja no Ipiranga tinha sua sede instalada na Rua Bento Vieira, 52, freqüentei aquele salão de cultos por inúmeras vezes, como novo convertido, e muito aprendi aos pés desse homem de Deus".

O pastor José Ezequiel da Silva, da AD em Taubaté, SP, disse: "O pastor Alfredo não é só irmão, mas é, acima de tudo, crente".

O pastor José Wellington Bezerra da Costa, da AD no Belém - São Paulo - SP, e presidente da CGADB - Convenção Geral das Assembléias de Deus no Brasil, frisou que o homenageado não é apenas patrimônio da AD no Ipiranga, "mas também da igreja em todo o Brasil". Concluindo seu pensamento, acentuou: "olhamos para ele como verdadeiro modelo e homem de Deus, humilde, corajoso, vibrante, portador da mensagem de Deus, que não se deixou modificar e nem se influenciar pelo momento presente, mas continua símbolo do pastor conservador dos costumes que norteiam as Assembléias de Deus no Brasil".

Como pastor ele jamais usou a vara para espancar as ovelhas que estavam sob os seus cuidados. O principal alvo de sua missão apostolar foi o de ganhar almas para Cristo no empenho incomum em busca das ovelhas perdidas, conduzindo-as por pastagens verdejantes, arrebatando-as para o reino dos céus e dando-lhes constantemente alimento forte e substancioso extraído da Bíblia Sagrada de acordo com Ef. 4.11 e 12, realizando assim o incontido desejo de sua alma na sua adolescência e juventude nos idos de 1929 conforme suas próprias palavras: "Minha chamada para o ministério não se deveu a condições meramente pessoais ou porque assim eu simplesmente entendesse, foi mais do que isso. Algo como um impulso íntimo me levou a me entregar, sem qualquer restrição, toda a minha vida, coração e alma ao trabalho de semear a boa semente e cultivar, junto com todos aqueles chamados por Deus, a seara que temos recebido do Senhor, para dela zelar e fazê-la crescer".

Dados históricos extraídos do livro "COMO NADA TENDO, MAS POSSUÍNDO TUDO" de autoria do pastor, historiador e jornalista Eliézer Cohen, que foi relançado em dezembro de 2001.

O honrado pastor Alfredo Emilio Reikdal chega ao final de seu profícuo ministério. Aos 95 anos, faleceu às 02:30h do dia 23 de março de 2010, no Hospital Santa Catarina, onde recebeu toda e devida atenção médica. Seu velório foi realizado no Templo Sede da AD - Ministério do Ipiranga, na Av. Dr. Ricardo Jafet, 214 - Ipiranga – SP e o sepultamento no Cemitério da Paz, com a presença de milhares de crentes e centenas de pastores e obreiros em geral.

ANEXOS: 

               Pastor Alfredo Reykdal nas Bodas de Ouro do casal Bruno Skolimowski

                           Obreiros no pulpito da AD Ministério do Ipiranga - São Paulo - SP








segunda-feira, 20 de março de 2017

HARMONIA CELESTE, 70 ANOS DE VITÓRIAS EM BACABAL

Contar a história dos corais aqui no grupo tem sido algo gratificante. O objetivo é que o conhecimento da trajetória desses grupos vocais seja um grande incentivo aos maestros e coristas, para que possam continuar neste ministério do louvor.

A Assembléia de Deus na cidade de Bacabal (MA) liderada desde 1996 pelo Pastor Francisco Soares Raposo Filho possui um conjunto coral que há 70 anos vem realizando um importante trabalho na obra do Senhor e tem sido canal de bênçãos naquela igreja maranhense.



A chegada do Pastor Manoel Alves Ribeiro, procedente do Estado do Pará, trouxe à Igreja em Bacabal um novo estilo de louvor: a música sacra. E assim Pastor Nelzinho (como era conhecido) formou um grupo com 23 jovens e distribuiu entre eles as vozes de soprano, contralto, tenor e baixo, com muita habilidade. Em pouco tempo este grupo de louvor cantou seu primeiro hino “Meu norte e fanal”, o de nº 12 do “COROS SACROS” – na verdade o título do hino é: “AMOR A JESUS”. A estréia foi no dia 15 de novembro de 1946 e o louvor extraído de suas vozes foi tão harmônico que gerou o nome Coral Harmonia Celeste.

Os regentes que lideraram o coral ao longo dos anos foram:
• Manoel Alves Ribeiro (o fundador)
• Pedro Peres
• Raimundo Marques
• Leônidas Pereira
• Antonio Cruz
• José Ribamar Torres
• Orlando Alves de Alencar (regeu o coral durante 33 anos até o seu falecimento em 2010. Sob a sua direção, o coral realizou diversas viagens para cantar em igrejas do interior e também fora do estado.
• A partir de 2011, assumiu a direção a maestrina Cremilda Veras de Oliveira  que permanece até o momento, e a quem agradecemos pela complementação dos dados históricos.

O coral atualmente conta com cerca de 70 componentes e está sempre presente nos cultos dominicais e principais eventos da igreja. A seguir a história do coral contada pelo antigo regente, em forma de versos.

Jornada do Coral Harmonia Celeste
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Orlando Alves de Alencar

É com muita emoção que nós cantamos.
Nós cantamos, nós cantamos
As cidades do Brasil que já passamos
Entoando hinos de louvor a Deus
O Senhor nos tem doado energia lá dos céus
Para enfrentar estradas e cantar os hinos seus
Do Pará ao Mato Grosso nossa voz apareceu
Com certeza foi ouvida lá no céu.

Sempre estamos alegrando nossa Igreja,
Nossa Igreja, nossa Igreja,
E com hinos de louvores, com certeza,
Muitas almas conquistamos pra o Senhor
Com a voz em harmonia, dedicamos o louvor
Não somente em nossa Igreja, circulamos ao redor
São Mateus, Poção de Pedras, Lago Verde e São Luis,
Santa Inês, Santa Luzia, Imperatriz

Em Dom Pedro, quando nós ali cantando
Sim cantando, sim cantando,
Pastos Bons, Paruá e Lima Campos,
Lago-Açu, Lago da Pedra, Andirobal
Em Viana e Pinheiro, na baixada maranhense
Quando já se esperava, o Senhor se fez presente
Foi assim em Paulo Ramos, Vitória do Mearim,
Vitorino e Pindaré-Mirim.

Em Batalha fomos palco deslumbrante,
Deslumbrante, deslumbrante,
Em Caxias não fizemos diferente
Pois a graça veio se manifestar
Em Codó e Parnarama, São José de Ribamar
Em Timom, Itapecuru, Deus veio nos visitar
A jornada é imitada com a do povo de Israel
Pois chegamos a Brejinho de Ismael.

Foi em Bom Jesus das Selvas que cantamos
Que cantamos, que cantamos,
Lá em Lago dos Rodrigues nós vibramos
Em Ubajara, Tianguá e Piripiri
Nós sentimos o poder manifesto em nós ali.
Como em Campo Maior, vimos o fogo cair
Alegrando cada crente, com o poder que vem dos céus
Glória seja dada ao nosso Deus.

Dezessete e Pedreiras visitamos
E cantamos, e cantamos
Muitos hinos de louvores entoamos,
Inspirados no Espírito de Deus.
E Em São Luis Gonzaga nossa voz apareceu
Afinada como sempre para a glória de Deus.
Fomos a Coroatá demonstrar o nosso amor
Àquela Igreja redimida do Senhor.

Coelho Neto, Chapadinha e Vargem Grande,
Visitamos, visitamos
Conhecendo nossa gente e cantando
Vários hinos em louvor ao nosso Deus.
Em Zé Doca um festival de corais assim se fez.
Vindo lá de Pio XII, de Pedreiras e Santa Inês
Que juntaram-se a nós, e formou-se um só coral
Realmente um movimento celestial.

Presidente Médice, Maranhãozinho estivemos
Estivemos, estivemos
Exaltando o nosso Deus e recebemos
Mais vigor, alimentando nossa fé.
No Encruzo, Nova Olinda e em Maracaçumé
Bela Vista e Araguanã, pode-se dizer até
Que a terra ali subiu ou então o céu desceu
Nos aproximamos mais do nosso Deus.

Estendendo mais a nossa caminhada
Caminhada, caminhada,
Colocamos os transportes na estrada
Destinando-nos ao Sul do Maranhão
Ao chegarmos em Colinas, Deus nos estendeu a mão
Como fez em São Domingos, uma boa refeição
Lá em São João dos Patos, vimos a glória de Deus
Alegria enviada lá dos céus.

Em Loreto o Pastor já aguardava,
Aguardava, aguardava
O coral de sua Igreja adorada
E com muita emoção o recebeu
Ao cantarmos alguns hinos, fogo santo ascendeu,
Aquecendo muita agente, alegria apareceu.
Foi em Balsas que ouvimos um trovão de glória a Deus.
Carolina, o nosso sonho aconteceu.

Lá em Presidente Dutra se cantava
Se cantava e cantava
O Espírito do Senhor nos alegrava
Envolvendo sim cada coração
Igualmente em Altamira, Gurupi e Maiobão
Língua entranha se ouvia, pra maior satisfação
Amparados por Jesus, em verdadeira comunhão
Visitamos quase todo Maranhão.

Há cidades que passando, nós cantamos,
Nós cantamos, nós cantamos
No Estreito, Paraíso e Porto Franco
Araguaina, Guaraí, Porangatú
Não se tinha nenhum teto, mesmo em Buriticupu
Mas ficamos abrigados sob o imenso céu azul
E lá em Luis Correia, Parnaíba e Castanhal
Afinava Deus a voz deste Coral.

A convite fomos lá em Niquelândia,
Niquelândia, Niquelândia
De igual modo fomos lá em Esperantina
E também em Águas Lindas do Goiás
E lá em Barra do Corda um festival aconteceu
Alegrando aquela Igreja bem se ouvia glória a Deus
E até lá nas Aldeias nós cantamos ao Senhor
Aleluia, aleluia ao Redentor.

Nossa voz se fez ouvida mais distante
Mais distante, mais distante
Penetrando em Estados diferentes
Piauí, Pará, Goiás e Ceará
Tocantins e Mato Grosso, fomos lá em Cuiabá
Para ver o grande templo que está erguido lá.
Realizamos nosso sonho neste ano de dois mil
Conhecemos o maior templo do Brasil.

Nos Estados que passamos registramos
Registramos, registramos,
Capitais que um dia nós cantamos
Teresina, São Luis e Cuiabá
Em Goiânia e Belém no Estado do Pará.
Estivemos nós ali, para a Deus glorificar
E sentimos alegria e poder celestial
Em Brasília, no Distrito Federal.

E foi lá na Paraíba que passamos
Que passamos, que passamos
Alguns dias de alegria desfrutamos
Junto aquele povo que dá glória a Deus
E lá em Campina Grande uma festa aconteceu
Igualmente em João Pessoa, pedacinho lá do céu
Fortaleza, Aracati e lá em Itapajé
O louvor alimentou a nossa fé.

Grande parte lá do norte conhecemos
Conhecemos, conhecemos
E ao nosso Grande Deus agradecemos
Já não poderemos esquecer jamais
Já cruzamos nossos pés
Lá nos grandes minerais
Conhecendo a grande serra
De riquezas naturais
Marabá, Paraupebas, Canaã dos Carajás
É visita que a todos satisfaz.

Fomos bem representados por regentes
Por regentes, por regentes,
Conservando os estilos mais vibrantes
Que a Igreja sempre pôde receber
Começando por Nelsinho, Pedro Peres, Ribamar,
Antonio Cruz, Raimundo Marques, ninguém veio reclamar
De Leônidas Pereira, não se deve criticar
Haja vista o Orlando de Alencar.

Fonte: Site da AD em Bacabal http://www.adbacabal.com.br/?page=coralharmonia e informações complementares da maestrina Cremilda Veras de Oliveira.

              Templo Central das Assembleias de Deus em Bacabal - MA

video

Coral Harmonia Celeste cantando o hino "NÃO HÁ TEMOR"